ESTADO DE
SÍTIO. ABERTURA DO PRIMEIRO ATO DA AUTORIA DE ALBERT CAMUS.
Na verdade o texto fala da passagem do cometa sobre a terra.
Como ocorreu com a passagem do Harlley
nosso visitante de 76 em 76 anos. Ocorre que desta feita, por volta de
1910, acreditou-se mesmo no fim do
mundo. Podemos pegar com referencia a ameaça Chinesa de guerra nuclear para
destruição do planeta ou que parte dele for, ou seja, fim de mundo. Neste clima
vamos desenvolver a encenação desta abertura de Estádio de Sítio.
Os personagens deverão ser mistura de povos astecas, com
guerreiros extraterrestres e povos de tribos indígenas.
Abertura
Rito de abertura com diversas ações corporais aparentando um
ritual. Logo a seguir as falas. Usar planos diferentes de cena e muitos
adereços. Panos bandeiras, arcos, andores e estandartes.
A encenação inclui coreografia
Assuntos referência:
O cometa Halley foi o primeiro cometa a ser reconhecido como periódico. Reparando que as características observáveis de um cometa em 1682 eram praticamente as mesmas que as de dois cometas que tinham aparecido em 1531 (observado por Petrus Apianus) e 1607 (observado por Johannes Kepler), Halley concluiu que todos os três cometas eram na realidade o mesmo objecto que voltava de 76 em 76 anos (o período foi entretanto corrigido para 75-76 anos). Depois de uma estimativa das perturbações na orbita que o cometa iria sofrer devido à atração dos planetas, Edmond Halley previu o seu regresso em 1758. A previsão feita por Halley estava correta, embora o cometa só tenha sido observado a 25 de Dezembro de 1758 por Johan Georg Palitzsch um agricultor alemão e astrônomo amador, o cometa só passou o seu periélio em 13 de Março de 1759, a atração de Júpiter e Saturno tinham causado um atraso de 618 dias, como foi calculado, anteriormente ao seu regresso, por uma equipe de três matemáticos Franceses: Alexis Claude de Clairault, Joseph Lalande e Nicole-Reine Lepaute. Halley não sobreviveu para ver o regresso do cometa, pois faleceu em 1742.
A possibilidade de o cometa Halley ser periódico já tinha sido levantada no século I D.C. por astrónomos Judeus. Esta teoria baseia-se numa passagem do Talmude que refere "uma estrela que aparece em cada setenta anos e assombra os capitães dos navios".
1910
Em 1910, uma série de notícias a respeito do cianogénio,
gás letal presente na cauda do cometa, criou um clima de pânico à escala
global.
Curiosamente, o que está na origem de todo o alarido são descobertas
científicas fidedignas. Pela primeira vez, os astrónomos identificaram os
elementos químicos de um cometa, incluindo os componentes venenosos, e a
informação saltou para a imprensa. Houve tentativas de explicar que, mesmo ao
aproximar-se mais da Terra - na noite de 18 para 19 de Maio -, o cometa não
envenenaria ninguém, mas o estrago estava feito. O que aconteceu a partir daí
foi uma bola de neve de superstições, especulação e exploração comercial e
religiosa.
Das mentes criativas dos contemporâneos da penúltima passagem do Halley
saíram máscaras para escapar aos gases, comprimidos que prometiam ser um
antídoto ao veneno, vestuário protector e uma parafernália de mezinhas para
salvar da morte anunciada nos céus. O Halley passou e continuou a sua órbita
sem causar danos de qualquer espécie na Terra.
Ameaça Nuclear:
As recentes ameaças de guerra da Coreia do Norte e
a crescente retórica belicista do seu líde,r Kim Jong-un, levaram os Estados
Unidos a adiar a realização de um teste de míssil balístico agendado para esta
semana numa base da Califórnia. Da China, chegaram avisos ao regime de
Pyongyang de que Pequim não tolerará gestos que comprometam a paz na região e
no mundo.
O teste de míssil balístico dos EUA previsto para
os próximos dias não estava em nada relacionado com a crescente
hostilidade entre os dois países. Mas podia ser interpretado pelo regime de
Pyongyang como uma provocação, explicou à Reuters um responsável da Defesa
norte-americano não-identificado. Assim, Washington preferiu evitar
“mal-entendidos” susceptíveis de agravarem a situação e deixou o teste do
míssil intercontinental Minuteman III, previsto para ser realizado na base da
Força Aérea de Vandenberg, na Califórnia, para uma data futura.
“Esta é a acção lógica, prudente e responsável a
tomar”, disse a mesma fonte, deixando, no entanto, claro que os Estados Unidos
continuam prontos para responder a qualquer ameaça de Pyongyang.
Embora a televisão norte-coreana não tenha dado
sinais de qualquer tensão no Norte este domingo, escreve a Reuters, a agência
de notícias chinesa Xinhua lembrou as palavras do ministro dos
Negócios Estrangeiros da Coreia do Norte deste fim-de-semana. O representante
do regime norte-coreano falava a propósito da recomendação que o seu
regime fizera na sexta-feira para que as embaixadas retirassem o seu pessoal por não garantir a
sua segurança quando afirmou que a questão não era se iria haver
guerra, mas quando ela iria acontecer.
Até agora, nenhuma embaixada anunciou a decisão de
retirar o seu pessoal. E na Coreia do Sul, o fim-de-semana foi sem
preocupações, como nota a Reuters. Mas a aproximação da data
do aniversário de Kim Il-sung, fundador da Coreia do Norte e avô do actual
líder, 15 de Abril, sempre celebrada com fervor nacionalista e demonstrações do
poderio militar do país, está a criar este ano particular expectativa.
Subida de tom na
China
A China, principal aliado da Coreia do Norte, lançou este domingo vários avisos. O Presidente chinês, Xi Jinping, afirmou que nenhum país “devia ser autorizado a arrastar uma região e porventura todo o mundo para o caos para obter ganhos egoístas”. E acrescentou: “A estabilidade na Ásia enfrenta agora novos desafios, numa altura em que questões delicadas continuam a emergir e ameaças à segurança, tradicionais e não-tradicionais, existem.”
A China, principal aliado da Coreia do Norte, lançou este domingo vários avisos. O Presidente chinês, Xi Jinping, afirmou que nenhum país “devia ser autorizado a arrastar uma região e porventura todo o mundo para o caos para obter ganhos egoístas”. E acrescentou: “A estabilidade na Ásia enfrenta agora novos desafios, numa altura em que questões delicadas continuam a emergir e ameaças à segurança, tradicionais e não-tradicionais, existem.”
Também o ministro dos Negócios Estrangeiros
manifestou “séria inquietação” perante “a crescente tensão na península
coreana”. E disse, citado numa declaração do seu ministério, que Pequim
“não iria tolerar que problemas fossem criados” na região e “às portas da
China”. O governante fez saber que a embaixada chinesa continuava a
funcionar normalmente em Pyongyang e pediu às autoridades que garantissem a
segurança dos seus diplomatas e cidadãos.
Uma erosão da tradicional aliança entre Pequim e
Pyongyang, que a China apoia financeira e diplomaticamente, está a ser cada vez
mais falada entre analistas. A posição belicista da Coreia do Norte dá uma
oportunidade aos Estados Unidos para estabelecer pontes com a China, escreveu a
AP.
Fontes: wikipedia, direção,
DIRIA QUE LEER NO FUE MI TALENTO PERO ENTENDER PARA ESO TENGO FUTURO CREO YO INFORMACION ES LO QUE NECESITABA PARA ENTENDER AHORA ESTAMOS DE DIEZ
ResponderExcluir